quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Onde estará meu amor?
Eu a procuro em todos os lugares. Nos mais habitados e nos menos prováveis. Sempre tenho a esperança de num dia qualquer encontrá-la linda como em meus pensamentos.
Ela é alguém comum, muito comum. Mas o que me fascina é alguém perfeitamente normal chamar tanta atenção.
Estando com ela eu não pensarei em mais ninguém, só sua presença me será importante. Deitar-me sobre seu seio será para mim como um manjar, doce e desconhecido . Seus cabelos tem um cheiro próprio que nenhum perfume pode superar.
Sua mão tem um toque que me fará pensar que o tato é superior a visão. Mas se eu a ver de longe, meu coração palpitará e me fará sentir num mundo onde só existe nós dois. Ela é inteligente, bonita, cheirosa, delicada, carinhosa, sensível , companheira. Espero que quem a encontrar antes de mim não perceba seu valor. Ela é minha. Só ao meu lado ela terá máxima cotação.
Te espero...
sábado, 26 de junho de 2010
Minhas observações
Algumas contestações que estou fazendo ao longo da vida; algumas são observações já feitas por vários filósofos a tempos a atrás, mas que por vezes nos passam despercebidas.
Um mal vizinho sempre diz de todos os que o cercam: não são nada bons.
As pessoas que menos sabem são também as que mais opinam.
Um tolo calado passa por sábio.
Nossos próprios defeitos são os que nos são mais facilmente observáveis nas demais pessoas.
Nossa capacidade de ver o bem ou o mal é diretamente proporcional ao nosso próprio grau de bondade ou maldade.
Realmente, as pessoas que amamos nos parecem sempre mais belas do que na verdade são.
O amor talvez não seja algo tão complexo, porém insistimos em denominar uma gama de sentimentos diversos de uma palavra apenas. Ai complica!
Se alguém diz ser muito invejada, a única verdade nisso é que ela se acha demais.
A diferença entre uma pessoa discreta e uma fofoqueira é a quantidade de pessoas de confiança que elas têm.
Agora vou viver mais um pouco, depois volto pra postar mais...rs
Um mal vizinho sempre diz de todos os que o cercam: não são nada bons.
As pessoas que menos sabem são também as que mais opinam.
Um tolo calado passa por sábio.
Nossos próprios defeitos são os que nos são mais facilmente observáveis nas demais pessoas.
Nossa capacidade de ver o bem ou o mal é diretamente proporcional ao nosso próprio grau de bondade ou maldade.
Realmente, as pessoas que amamos nos parecem sempre mais belas do que na verdade são.
O amor talvez não seja algo tão complexo, porém insistimos em denominar uma gama de sentimentos diversos de uma palavra apenas. Ai complica!
Se alguém diz ser muito invejada, a única verdade nisso é que ela se acha demais.
A diferença entre uma pessoa discreta e uma fofoqueira é a quantidade de pessoas de confiança que elas têm.
Agora vou viver mais um pouco, depois volto pra postar mais...rs
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Se...
A musica é algo mágico. E algumas pessoas são mágicas em nossa vida. Então algumas pessoas são como musicas ao nossos ouvidos. Sempre que conhecemos alguem, estaremos a partir dai ouvindo uma sinfonia que provavelmente terá algumas notas desafinadas ou fora de escala. Isto causa muita irritação, e é conhecido como "defeitos". Quase ninguém tolera as faltas de alguém, mas se além de musica, fosse-mos músicos, poderíamos apenas corrigir umas notas na pauta e assim todas as pessoas poderiam ser como uma uma música clássica para nós, ou seja, imortal.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Dança da felicidade
Sempre ouvi das pessoas o adágio:" Uns choram porque não apanham, outros choram porque não lhe batem"; mas nunca parei pra refletir sobre o real sentido desta frase. Ela simboliza o aspecto do gênero humano que tem regido a história da humanidade. O desejo do progresso, a insatisfação, a vontade de está sempre numa situação não necessariamente melhor mas, diferente.
Hoje, vivendo um pouco dos dois lados; apanhando, chorando, batendo, lamentando as surras que não tomei, e sofrendo as coças já choradas, já não sei se é melhor sofrer ou gozar, porque o prazer também cansa; a felicidade contínua é monótona, deprime, é portanto, triste. O contentamento é um sentimento dinâmico, por isso parece passageiro. Mas na verdade para que o tenhamos por mais tempo, devemos está em constante trânsito dentro de um espaço multi-dimensional com coordenadas que apontam para o incerto, o nostálgico, o desconhecido. O encontro dos eixos é portanto cada ponto estático da realidade de um individuo, ou seja, os momentos imediatamente posteriores a um intervalo de "harmonia"( satisfação) são na verdade o ponto de partida para novas buscas. É uma espécie de universo que só existe quando a velocidade relativa de seus habitantes é diferente de zero. Se para o leitor isso parecer incompreensível, é natural. Nunca entendemos mesmo porque a felicidade é tão restrita, incondicional e escorregadia.
Não posso garantir, mas se você é um dos sujeitos que não considera a vida, ditosa - mexa-se, rodopie, dance, e não se limite as dimensões einstenianas. Seja ativo, ou seja, feliz...
Hoje, vivendo um pouco dos dois lados; apanhando, chorando, batendo, lamentando as surras que não tomei, e sofrendo as coças já choradas, já não sei se é melhor sofrer ou gozar, porque o prazer também cansa; a felicidade contínua é monótona, deprime, é portanto, triste. O contentamento é um sentimento dinâmico, por isso parece passageiro. Mas na verdade para que o tenhamos por mais tempo, devemos está em constante trânsito dentro de um espaço multi-dimensional com coordenadas que apontam para o incerto, o nostálgico, o desconhecido. O encontro dos eixos é portanto cada ponto estático da realidade de um individuo, ou seja, os momentos imediatamente posteriores a um intervalo de "harmonia"( satisfação) são na verdade o ponto de partida para novas buscas. É uma espécie de universo que só existe quando a velocidade relativa de seus habitantes é diferente de zero. Se para o leitor isso parecer incompreensível, é natural. Nunca entendemos mesmo porque a felicidade é tão restrita, incondicional e escorregadia.
Não posso garantir, mas se você é um dos sujeitos que não considera a vida, ditosa - mexa-se, rodopie, dance, e não se limite as dimensões einstenianas. Seja ativo, ou seja, feliz...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Música

Queria entender a musica. Não sei se é arte, se ciência; se quando criamos uma peça estamos aprendendo ou ensinando. Parece haver leis matemáticas que regem as melodias, mas com um caráter sentimental e humano. Poderia os abstratos números traduzir-se em uma linda sinfonia?
A combinação de som e silêncio me fascina. Frequências discretas que causam reações diversas... Aprender um instrumento é permitir que seu cérebro ramifique para fora do seu corpo. Crie extensões. Que uma máquina ganhe vida. É mais que isso: é permitir que o inanimado nos ensine, nos descubra.
Música é.................
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